Claudia Miranda Bozzo
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A família como qualquer grupo social é composta por um grupo de indivíduos que assumem funções e responsabilidades de acordo com a posição que ocupa: pai, mãe ou filho. Como todo grupo, esse também possui normas, regras, padrões, necessidades e exigências que precisam ser estruturadas para a estabilidade familiar, a socialização e o fortalecimento da identidade do grupo.

Ao iniciar uma nova família o indivíduo traz consigo vivências de diversos papéis familiares, o de filho, irmão, primo, que trazem lembranças alegres ou tristes, frustrações e conflitos, mas agora terá que assumir um novo papel o de cônjuge e futuramente de pai ou mãe. Mesmo sem perceber, irá reproduzir estes aspectos nesta nova etapa da sua vida.

As pessoas não nascem sabendo como assumir o papel de pais, filhos, irmão ou irmã. É no seio familiar que se inicia esta aprendizagem, mediante acertos e erros a família vai buscando a sua identidade com seus padrões próprios de conduta.

Os pais assumem inicialmente esta responsabilidade oferecendo o respaldo necessário para que cada participante do grupo esteja consciente do seu papel e função. Teoricamente é bem simples, mas na prática a situação se complica um pouquinho, pois cada membro tem vontade própria, características individuais e conflitos pessoais.

Normalmente os pais têm em mente a imagem idealizada de uma família veiculada pela mídia, onde todos são felizes, vivendo em um ambiente harmônico, sem problemas e tristezas, onde os filhos são disciplinados, educados, prestativos e principalmente estudiosos. Na vida real, não existem somente momentos plenos e felizes, mas também frustrações, tristezas e conflitos.

O padrão de “família ideal” é particular para cada grupo, os pais devem conversar e refletir sobre os aspectos principais da rotina do dia a dia e o que gostariam de oferecer para os filhos, quais as normas, regras e valores. Portanto, cada pai ou mãe deve buscar a sua família ideal, pode parecer utópico, mas isto é possível sim.

Como?? Através de alguns passos:

  1. Diálogo e coerência dos pais no momento de estipular as normas, regras e limites;
  2. Vivendo um dia por vez, analisando os acertos/erros e quais aspectos gostaria de mudar;
  3. Ter sempre em mente que ser um bom pai ou mãe não significa ser perfeito e infalível, afinal somos seres humanos vulneráveis e passiveis de erros;
  4. Estar sempre atento aos filhos, pois eles darão o retorno das atitudes.

 

Se você fez a leitura deste texto e concorda com a necessidade de analisar os aspectos citados anteriormente, mas não sabe por onde começar, eu o convido para uma conversa a respeito do assunto. Navegue pelo site para conhecer melhor o meu trabalho e me encaminhe um e-mail com sua disponibilidade de horário, dê o primeiro passo na busca da sua família ideal.

 

Um grande abraço


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